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"Talvez não tenhamos conseguido fazer o melhor, mas lutamos para que o melhor fosse feito, não somos o que deveríamos ser, não somos o que iremos ser, mas graças a Deus não somos o que éramos."

(Martin Luther King)

"Eu nunca serei político. Eu sou revolucionário porque não há verdadeiro poeta que não seja revolucionário."

(Federico García Lorca)

"Acima de tudo procurem sentir no mais profundo de vocês qualquer injustiça cometida contra qualquer pessoa em qualquer parte do mundo. É a mais bela qualidade de um revolucionário."

(Ernesto Che Guevara)

"Se você é capaz de tremer de indignação a cada vez que se comete uma injustiça no mundo, então somos companheiros."

(Ernesto Che Guevara)

"Devo dizer, correndo o risco de parecer ridículo, que o verdadeiro revolucionário é movido por sentimento de amor."

(Ernesto Che Guevara)


É o Homem, nas suas Grandezas e Misérias, que faz este Mundo.

O que se impõe mesmo, é que esse mesmo Homem, o que é capaz de mover montanhas, o que tem a força das "marés acordadas", o que alimenta a capacidade da Mudança, se retire do seu comodismo covarde, da sua inquietante "madorra" de observador e se transforme no motor da Revolução que se mostra inultrapassável, hoje como em outros momentos fulcrais da História dos Povos.

Aí sim teremos o Homem Novo.

E não nos iludamos, a História do Homem é mesmo esta, composta de uma multidão de anónimos, a maioria deles meros espectadores do que se passa à sua volta, mesmo quando lhe acossam os direitos mais elementares; e há somente alguns, os eleitos, os "tenebrosos" revolucionários, os que não se conseguem alimentar num rebanho de indiferentes, os que não permitem que as suas forças e ideais se mantenham numa apatia sonolenta e colaboracionista e se deixam libertar com um grito de revolta. São estes os que constituem a Mudança.

E como Martin Luther King, eles vão aparecendo de quando em vez, de onde menos se espera, dessa neblina que muitas vezes encobre a Grandeza do Homem, e vêm confirmar que, na verdade, o Homem é um Ser de Excepção, capaz de fazer do Mundo um lugar mais promissor.

Deste caminhar comum, poderá nascer, deverá nascer, uma sociedade nova, onde o cidadão seja valorizado pelo que sonha e constrói, pela sua solidariedade para com os mais desprotegidos, pela sua capacidade para derrubar todas as fronteiras do medo e das injustiças que nos envergonham.

"Hay que endurecer-se. Pero sin perder la ternura jamás." (Ernesto Che Guevara)

Fernando de Sá Monteiro

publicado por Fernando Sá Monteiro às 15:23

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